A IA olha o histórico de produção do laboratório e entrega a próxima lista de compras pronta — antes do gestor pedir. Esse é o motor. O controle de estoque vem como consequência.
A IA olha o histórico de produção do laboratório e entrega a próxima lista de compras pronta — antes do gestor pedir. Esse é o motor. O controle de estoque vem como consequência.
Sem dado não tem previsão — e o dado que importa ninguém de TI sabe modelar. Conecta no LIS do lab (Concent, Unilab, Shift, HotSoft, Matrix, Tasy) e lê só a produção: quantos exames de cada tipo, por máquina, por dia. Nunca toca dado de paciente. Em cima disso roda o cross-check que é o coração do produto: cada exame consome reagentes específicos, e esse de-para muda por equipamento. É a receita do bolo que só quem é do mercado conhece.
Hoje o lab monta a lista na mão, sem inteligência. Com o histórico de produção e o de-para de reagentes, a IA projeta o consumo e entrega a próxima lista antes do gestor pedir. E vai além do óbvio: prevê o desperdício — recoleta, exame refeito, erro aleatório (o 'bolo que queima') — e dimensiona a folga certa de estoque pra produção nunca parar.
8 em 10 labs controlam estoque no papel ou no Excel. Com a previsão rodando, fechar o ciclo é simples: conforme os produtos entram, o estoque se atualiza sem ninguém digitar. O lab vê, pela primeira vez, quanto tem, quanto dura e o que pedir — por reagente, com validade e lote.
Insidelab precisa de cara digital pra fechar com novos labs: site + portal logado, cada lab vê o seu. E o gestor não precisa nem abrir a plataforma: o Steve do lab avisa no WhatsApp todo dia ('faltam 4 dias pra zona amarela do reagente X') e ele aprova a compra com 1 toque. Stack reaproveitada do Valoriza + Diálogo Terapia (já em produção) corta 60% do build.